Zoey e Katherine foram preparar algo para nós comermos. Depois disso, voltamos para a sala e ficamos assistindo um filme qualquer que passava na TV. Rapidamente peguei no sono, estava cansado demais por conta do que aconteceu na noite passada.
NAOMI'S POV
Depois de nos chamarem para jantar. Eu e Paige resolvemos voltar para o nosso quarto e ler algumas revistas. Como estávamos cheias de sono, dormimos rapidamente. Acordei com a Paige enchendo meu saco, me chamando para ir ao banheiro com ela.
– Tudo bem, tudo bem. - Falei me levantando da cama e me dirigindo até a porta. Peguei na maçaneta e tentei gira-la, mas não conseguia.
– Paige, você trancou a porta?
– Não, por que? - Ela perguntou tentando puxar a fechadura.
– Se você não percebeu, a porta não ta abrindo. - A encarei.
– Deve ser brincadeira de algum dos meninos. Relaxa!
Então ouvimos uma risada grossa perto da porta, pulamos automaticamente e demos um passo para trás. Ela continuou e ficamos paralisadas. De repente a porta se abre sozinha, Paige saiu correndo gritando, acordando todos da casa.
– Levantem, levantem! - Paige berrava socando a porta de todos os quartos.
– Se acalma. - Quando fui sair do quarto, vi um vulto passando ao meu lado. Virei de costas para ver, mas não tinha nada la. - Ok, esquece o que eu disse e berra caralho. - Gritei saindo do quarto e invadindo o dos meninos.
– Essa casa é mal assombrada. - Paige acendeu as luzes acordando todos.
– Levantem logo.
– Ã, o que aconteceu? - Adam acordou coçando seus olhos.
– Nós ficamos trancadas no quarto por minutos, ouvimos uma risada grossa e do nada a porta se destranca e abre sozinha. - Despejei tudo sentando na cama do Jay, que me olhava sem entender nada.
– FODEU, FODEU. - Siva se sentou na cama apavorado. - Não quero morrer aqui.
– Que putaria é essa? - Kate entrou no quarto amarrando seu roupão.
– Também quero saber. - Logo em seguida Zoey também chegou.
Contamos tudo o que tinha acontecido, todo mundo ficou apavorado. Já era 06:30 da manhã e estávamos no quarto debatendo sobre os últimos acontecimentos.
– Depois, nós somos as loucas. - Dominic me encarou.
– Desculpa, pensamos que fossem brincadeira de vocês.
– Vocês pensam? - Katherine ironizou.
– Sssh vai. - Max tampou a boca de Kate, que se encontrava sentada do lado dele. Ela mordeu a mão dele, fazendo ele soltar um berro.
– Não gritem. - Zoey falou se deitando perto de Tom.
Reparei que Nathan olhava de rabo de olho toda hora para Zoey, que estava aconchegada nos braços de Tom.
– Quero ir embora! - Siva se levantou. - Isso não é pra mim, vou acabar ficando louco. Se eu morrer, a culpa é de vocês que me convenceram a vir nesse lugar.
– Calma Seev, vai ficar tudo bem. Tenha fé que essas coisas vão parar. - Dominic respondeu.
– Falarei com o caseiro hoje. Irei perguntar se ele ouve, vê, alguma coisa. Vai saber.. - Nathan se levantou.
– Eu vou junto.
– Eu também.
– Ta, eu vou também. Fazer o que. - Max respondeu.
Os meninos conversaram entre si. Já podia ouvir o galo cantando e meu estomago roncando de fome.
– Quem ta com fome? - Perguntei.
– Eu! - Siva ergueu o braço.
– Vão fazer algo pra comer e me tragam, to com preguiça de levantar. - Respondeu Kate cobrindo ela e o Max.
– Ok, madame. - Adam respondeu rindo.
Descemos e preparamos um farto café da manhã. Kate e Max resolveram ficar lá em cima, os dois estavam caindo de sono.
Kathe's POV
– Ei.. Amor. - Max sussurrou perto do meu ouvido.
– Amor? - Ri baixo me virando para ele. - O que você quer? Não tenho dinheiro.
– Quando eu sou fofo você reclama, quando sou grosso você também reclama. Decida-se Katherine. - Ele fixou seus olhos nos meus e soltou as palavras com um leve tom de indignação.
– Não, não é isso. Eu falei brincando, para. Me desculpa se soou errado.
– Não desculpo.
– Max, vem cá. - Segurei seus braços enquanto ele se virava para o outro lado. - Sério, sério mesmo que você irá ficar de bico por isso?
Ele permaneceu calado pro alguns minutos enquanto eu sacudia seu braço e o chamava.
– Maximilian! - Berrei. - Não vai falar comigo mesmo?
Pude ver ele prendendo a risada, afundando sua cabeça no travesseiro. Max não aguentou por muito tempo e soltou uma gargalhada.
– Vou pensou mesmo que eu ficaria bravo por isso? - Ele ria disparadamente. - Tu é muito burra.
– Pensei, problema? E para de rir de mim, trouxa.
– Ok, ok. Perdão. - Ele falou recuperando o folego e ficando na minha frente de novo.
– Mas e ai, o que você ia me falar?
– Nada demais..
– Para de cu doce e fala logo.
Ele deu um sorriso no canto dos lábios, levando sua mão direita até meu cabelo, pegando um pedaço de minha franja que estava na frente dos meus olhos e colocando atrás da minha orelha. - Eu te amo. Era só isso que eu queria falar. - Max respondeu dando um tom suave as suas palavras.
Eu podia ter certeza que as minhas bochechas coraram ao ouvir aquilo. Fechei os meus olhos vagarosamente enquanto vinha na minha mente um flashback do nosso primeiro beijo.
NAOMI'S POV
Depois de nos chamarem para jantar. Eu e Paige resolvemos voltar para o nosso quarto e ler algumas revistas. Como estávamos cheias de sono, dormimos rapidamente. Acordei com a Paige enchendo meu saco, me chamando para ir ao banheiro com ela.
– Tudo bem, tudo bem. - Falei me levantando da cama e me dirigindo até a porta. Peguei na maçaneta e tentei gira-la, mas não conseguia.
– Paige, você trancou a porta?
– Não, por que? - Ela perguntou tentando puxar a fechadura.
– Se você não percebeu, a porta não ta abrindo. - A encarei.
– Deve ser brincadeira de algum dos meninos. Relaxa!
Então ouvimos uma risada grossa perto da porta, pulamos automaticamente e demos um passo para trás. Ela continuou e ficamos paralisadas. De repente a porta se abre sozinha, Paige saiu correndo gritando, acordando todos da casa.
– Levantem, levantem! - Paige berrava socando a porta de todos os quartos.
– Se acalma. - Quando fui sair do quarto, vi um vulto passando ao meu lado. Virei de costas para ver, mas não tinha nada la. - Ok, esquece o que eu disse e berra caralho. - Gritei saindo do quarto e invadindo o dos meninos.
– Essa casa é mal assombrada. - Paige acendeu as luzes acordando todos.
– Levantem logo.
– Ã, o que aconteceu? - Adam acordou coçando seus olhos.
– Nós ficamos trancadas no quarto por minutos, ouvimos uma risada grossa e do nada a porta se destranca e abre sozinha. - Despejei tudo sentando na cama do Jay, que me olhava sem entender nada.
– FODEU, FODEU. - Siva se sentou na cama apavorado. - Não quero morrer aqui.
– Que putaria é essa? - Kate entrou no quarto amarrando seu roupão.
– Também quero saber. - Logo em seguida Zoey também chegou.
Contamos tudo o que tinha acontecido, todo mundo ficou apavorado. Já era 06:30 da manhã e estávamos no quarto debatendo sobre os últimos acontecimentos.
– Depois, nós somos as loucas. - Dominic me encarou.
– Desculpa, pensamos que fossem brincadeira de vocês.
– Vocês pensam? - Katherine ironizou.
– Sssh vai. - Max tampou a boca de Kate, que se encontrava sentada do lado dele. Ela mordeu a mão dele, fazendo ele soltar um berro.
– Não gritem. - Zoey falou se deitando perto de Tom.
Reparei que Nathan olhava de rabo de olho toda hora para Zoey, que estava aconchegada nos braços de Tom.
– Quero ir embora! - Siva se levantou. - Isso não é pra mim, vou acabar ficando louco. Se eu morrer, a culpa é de vocês que me convenceram a vir nesse lugar.
– Calma Seev, vai ficar tudo bem. Tenha fé que essas coisas vão parar. - Dominic respondeu.
– Falarei com o caseiro hoje. Irei perguntar se ele ouve, vê, alguma coisa. Vai saber.. - Nathan se levantou.
– Eu vou junto.
– Eu também.
– Ta, eu vou também. Fazer o que. - Max respondeu.
Os meninos conversaram entre si. Já podia ouvir o galo cantando e meu estomago roncando de fome.
– Quem ta com fome? - Perguntei.
– Eu! - Siva ergueu o braço.
– Vão fazer algo pra comer e me tragam, to com preguiça de levantar. - Respondeu Kate cobrindo ela e o Max.
– Ok, madame. - Adam respondeu rindo.
Descemos e preparamos um farto café da manhã. Kate e Max resolveram ficar lá em cima, os dois estavam caindo de sono.
Kathe's POV
– Ei.. Amor. - Max sussurrou perto do meu ouvido.
– Amor? - Ri baixo me virando para ele. - O que você quer? Não tenho dinheiro.
– Quando eu sou fofo você reclama, quando sou grosso você também reclama. Decida-se Katherine. - Ele fixou seus olhos nos meus e soltou as palavras com um leve tom de indignação.
– Não, não é isso. Eu falei brincando, para. Me desculpa se soou errado.
– Não desculpo.
– Max, vem cá. - Segurei seus braços enquanto ele se virava para o outro lado. - Sério, sério mesmo que você irá ficar de bico por isso?
Ele permaneceu calado pro alguns minutos enquanto eu sacudia seu braço e o chamava.
– Maximilian! - Berrei. - Não vai falar comigo mesmo?
Pude ver ele prendendo a risada, afundando sua cabeça no travesseiro. Max não aguentou por muito tempo e soltou uma gargalhada.
– Vou pensou mesmo que eu ficaria bravo por isso? - Ele ria disparadamente. - Tu é muito burra.
– Pensei, problema? E para de rir de mim, trouxa.
– Ok, ok. Perdão. - Ele falou recuperando o folego e ficando na minha frente de novo.
– Mas e ai, o que você ia me falar?
– Nada demais..
– Para de cu doce e fala logo.
Ele deu um sorriso no canto dos lábios, levando sua mão direita até meu cabelo, pegando um pedaço de minha franja que estava na frente dos meus olhos e colocando atrás da minha orelha. - Eu te amo. Era só isso que eu queria falar. - Max respondeu dando um tom suave as suas palavras.
Eu podia ter certeza que as minhas bochechas coraram ao ouvir aquilo. Fechei os meus olhos vagarosamente enquanto vinha na minha mente um flashback do nosso primeiro beijo.
Flashback
– Lago, sério? Sorri passando a mão por meus cabelos longos e bagunçados pelo violento vento daquela tarde.
– Por que? Foi bondade da minha parte trazer você pra cá. - Max resmungou fingindo falsa ofensa.
– Nhe nhe nhe "bondade da minha parte." Você que me chamou para vir aqui. - Disse dessa vez deixando toda a minha sutileza de lado. - Enfim, obrigada. - Senti minhas bochechas corarem por alguns segundos.
– O quê? Um agradecimento? - Max riu caminhando para a sombra mais próxima. - Vem. Sinalizou com a cabeça apontando para a árvore. Eu apenas assenti seguindo-o.
Max se jogou com a delicadeza de um ogro na grama verde, se encostando sobre o tronco desgastado.
Senti minhas pernas oscilarem por alguns instantes, me fazendo ajoelhar na frente dele.
– Pensei que não iria vir aqui comigo. - Sorriu gentilmente, encarando-me nos olhos pela primeira vez no dia.
– Por que não viria? Não faz sentido algum isso.
Max ignorou o que eu falara e fez questão de mudar de assunto, assim que eu respondi.
– Bom.. Eu sei que tu é pavio curto e provavelmente vai me decepar caso eu "borre" o seu batom. - Ele disse confiante, fazendo aspas com os dedos.
– Você é um idi.. - O inesperado aconteceu e em um rápido e delicado movimento, os lábios ansiosos de Max e os meus se selaram. Fiquei pasma nos primeiros segundos à ponto de o empurrar para longe e sair correndo. Mas a mão dele segurando minha nuca de modo adorável me fez sorrir entre o beijo, em uma solicitação silenciosa línguas se tocaram suavemente. Nós parecíamos superar de modo profundo conforme isso acontecia.
Os movimentos eram serenos, porem ansiosos. Minhas mãos encontravam-se largadas na grama e eu me amaldiçoando mentalmente por não ter escolhido uma posição melhor. Meus joelhos estavam me matando.
E só por um motivo acessamos o beijo: Falta de ar. Max queria desesperadamente rir de mim que estava desorientada e pasma. E foi exatamente o que ele fez.
– Por que você fez isso? - Perguntei confusa me sentando ao seu lado. Ainda estava sem reação.
– Você não gostou?
– Não gostei.. Tá eu gostei, mas mesmo assim. Não ouse fazer isso novamente. - Falei o encarando.
– Você quis dizer, isso? Ele se aproximou novamente e nós se beijamos.
Era viciante beijar Max, o modo que ele me desafiava em certas situações me deixava louca. Quando nossos lábios se tocavam era como se todos a nossa volta sumissem, restando somente eu e ele. Por um momento que não queria estar fazendo aquilo, mas depois não aguentei e me entreguei por inteira.
Max conseguia abalar meu estado emocional e psicológico. A cada movimento que ele executava com perfeição durante o beijo, fazia minha boca, meu corpo, o desejar cada vez mais.
Encerramos o beijo com vários selinhos e ficamos nos encarando por alguns segundos. Desviei meu olhar assim que senti minhas bochechas corarem.
– Isso, Katherine? - Max murmurou colando sua testa com a minha.
Eu apenas assenti e soltei um leve sorriso. - Mas você não precisa levar a sério o que eu falei. - Disse voltando a encara-lo, mordendo meu lábio inferior.
Ele entendeu o que eu disse e apenas riu em resposta.
Encostei na árvore, Max envolveu seus braços sobre mim e entrelaçamos nossas mãos. Ficamos lá o resto da tarde, conversando, observando o lago, as vezes nos beijamos..
Combinamos de não comentar com ninguém além de Nathan e Zoey. E agir normalmente, ou seja, discussão todos os dias.
Flashback Off
– Lago, sério? Sorri passando a mão por meus cabelos longos e bagunçados pelo violento vento daquela tarde.
– Por que? Foi bondade da minha parte trazer você pra cá. - Max resmungou fingindo falsa ofensa.
– Nhe nhe nhe "bondade da minha parte." Você que me chamou para vir aqui. - Disse dessa vez deixando toda a minha sutileza de lado. - Enfim, obrigada. - Senti minhas bochechas corarem por alguns segundos.
– O quê? Um agradecimento? - Max riu caminhando para a sombra mais próxima. - Vem. Sinalizou com a cabeça apontando para a árvore. Eu apenas assenti seguindo-o.
Max se jogou com a delicadeza de um ogro na grama verde, se encostando sobre o tronco desgastado.
Senti minhas pernas oscilarem por alguns instantes, me fazendo ajoelhar na frente dele.
– Pensei que não iria vir aqui comigo. - Sorriu gentilmente, encarando-me nos olhos pela primeira vez no dia.
– Por que não viria? Não faz sentido algum isso.
Max ignorou o que eu falara e fez questão de mudar de assunto, assim que eu respondi.
– Bom.. Eu sei que tu é pavio curto e provavelmente vai me decepar caso eu "borre" o seu batom. - Ele disse confiante, fazendo aspas com os dedos.
– Você é um idi.. - O inesperado aconteceu e em um rápido e delicado movimento, os lábios ansiosos de Max e os meus se selaram. Fiquei pasma nos primeiros segundos à ponto de o empurrar para longe e sair correndo. Mas a mão dele segurando minha nuca de modo adorável me fez sorrir entre o beijo, em uma solicitação silenciosa línguas se tocaram suavemente. Nós parecíamos superar de modo profundo conforme isso acontecia.
Os movimentos eram serenos, porem ansiosos. Minhas mãos encontravam-se largadas na grama e eu me amaldiçoando mentalmente por não ter escolhido uma posição melhor. Meus joelhos estavam me matando.
E só por um motivo acessamos o beijo: Falta de ar. Max queria desesperadamente rir de mim que estava desorientada e pasma. E foi exatamente o que ele fez.
– Por que você fez isso? - Perguntei confusa me sentando ao seu lado. Ainda estava sem reação.
– Você não gostou?
– Não gostei.. Tá eu gostei, mas mesmo assim. Não ouse fazer isso novamente. - Falei o encarando.
– Você quis dizer, isso? Ele se aproximou novamente e nós se beijamos.
Era viciante beijar Max, o modo que ele me desafiava em certas situações me deixava louca. Quando nossos lábios se tocavam era como se todos a nossa volta sumissem, restando somente eu e ele. Por um momento que não queria estar fazendo aquilo, mas depois não aguentei e me entreguei por inteira.
Max conseguia abalar meu estado emocional e psicológico. A cada movimento que ele executava com perfeição durante o beijo, fazia minha boca, meu corpo, o desejar cada vez mais.
Encerramos o beijo com vários selinhos e ficamos nos encarando por alguns segundos. Desviei meu olhar assim que senti minhas bochechas corarem.
– Isso, Katherine? - Max murmurou colando sua testa com a minha.
Eu apenas assenti e soltei um leve sorriso. - Mas você não precisa levar a sério o que eu falei. - Disse voltando a encara-lo, mordendo meu lábio inferior.
Ele entendeu o que eu disse e apenas riu em resposta.
Encostei na árvore, Max envolveu seus braços sobre mim e entrelaçamos nossas mãos. Ficamos lá o resto da tarde, conversando, observando o lago, as vezes nos beijamos..
Combinamos de não comentar com ninguém além de Nathan e Zoey. E agir normalmente, ou seja, discussão todos os dias.
Flashback Off
– Katherine? - Max sussurrou, me fazendo despertar rapidamente.
Eu o olhei e a unica reação que tive foi sorrir, ao lembrar do que ele acabara de falar e da cena.
– Eu também te amo. - Falei me acomodando em seu peitoral e soltando um leve suspiro.
Max levou suas mãos até meus cabelos, fazendo carinho enquanto eu pegava no sono.
Zoey's POV
Como eu e o Nathan somos ótimos amigos, depois que comemos fizemos uma bandeja com algumas coisas e levamos no quarto para a Kate e o Max.
– Por favor, não se acostumem com a mordomia - Falei abrindo a porta.
– Opa, acho que trouxemos a toa - Nathan me encarou com um meio sorriso no rosto.
– Isso que dá querer ser legal. - Rimos.
Coloquei a bandeja do lado da cama onde os dois estavam dormindo e Nathan se sentou na sua.
– Acho que deveriamos seguir o exemplo deles - Ele deu dois tapinhas no colchão para eu ir lá com ele.
– O povo vai pensar merda. - Falei me sentando.
– Mas não vamos fazer merda... A não ser que você queira. - Ele me olhou com um sorriso malicioso.
– Nathan. - Falei ficando boquiaberta e rindo.
– Estou brincando Zoey, calma. - Ele riu.
– Idiota. - Revirei os olhos dando um tapa nele.
– To morrendo de sono. - Ele disse coçando os olhos e bocejando.
– Vamos dormir então. - Sorri bocejando também enquanto me deitava.
– Bocejo, energia que contagia. - Ele riu pelo nariz e se deitou do meu lado.
Assim que ele se deitou, me virei de lado de modo que eu ficasse de frente pra ele, o encarei por alguns segundos e fiquei sorrindo igual uma idiota. Ele também sorria para mim, com os olhos pesados praticamente fechando sozinhos por causa do sono.
Comecei a fazer carinho em seu cabelo, bastou menos de cinco minutos para
Nathan cair no sono, o observei por mais alguns minutos e cai no sono também.
Acordei e senti braços em volta da minha cintura, de primeira assustei, mas ai me lembrei que era o Nathan, tentei tirar o braço dele da minha cintura, mas desisti da ideia, eu ia acabar acordando ele. Um pequeno tempo depois percebi que ele já havia acordado.
– Pensei que ia demorar mais pra acordar. - Falei me virando pra ele.
– Também pensei, mas estou com fome.
– Acordaram? Aleluia. - Ouvi Kate perguntar.
– Não Kate, só impressão sua. - Respondi rindo.
– Babaca!
– Que horas são? - Perguntou Max se sentando na cama coçando os olhos.
– Hora do almoço. - Falei olhando pro celular.
– Não quero me levantar. - Kate disse deitando novamente e se cobrindo totalmente.
– E se acha que alguém quer? - Nathan arqueou uma sobrancelha.
– Vamos almoçar, depois a gente dorme mais..
– O que que é essa bandeja aqui? - Max perguntou confuso.
– Como nós somos muito legais. - Nathan se referiu a mim e a ele. - Trouxemos pra vocês hoje de manhã, mas já estavam dormindo. Então, deixamos ai e dormimos também.
– Nossa, como temos amigos fofos. - Kate disse em um tom meigo.
– Elfos domésticos - Max riu.
– Hahaha, primeira e ultima vez colega. - Falei levantando da cama.
Descemos para a cozinha e todos já estavam almoçando, eles fizeram alguns comentários sobre nós quatro mas logo pararam. Depois de almoçar fomos pra sala ver um pouco de TV.
– Galera, hoje vai ter uma festa na cidade vizinha, vamos? - Propôs Adam.
– Claro! Quem sabe assim não esquecemos essas coisas malucas que acontecem aqui de
madrugada. - Dominic sorriu.
– E você ainda pergunta? - Jay riu.
Eles ficaram realmente animados com essa festa, mas Kate, Eu, Max e Nathan não estávamos dando a minima.
– Gente, eu nem vou. - Falei séria.
– Nem eu. - Completou Kate.
– Por que meninas? - Jay fez um biquinho, ficando com cara de bebê.
– Não to afim de festa. Vão vocês, nós ficamos.
– E vocês vão ficar sozinhas aqui? Mesmo com essas coisas bizarras? - Nic perguntou.
– Elas não vão ficar sozinhas. - Nathan disse e todos fizeram uma cara confusa.
– Nós ficamos com elas. - Max acrescentou.
– Claro que não, vão ter a companhia das almas penadas e a de vocês. - Tom riu.
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