- Então, você me perdoa?
- Vou te dar uma segunda chance. - Sorri.
No mesmo instante ele abriu um sorriso lindo, se levantou e me puxou junto. Me segurou pela cintura e me beijou enquanto me girava.
Saímos da festa as pressas e fomos até o apartamento de Emma, já que ela não estava nele.
Logo depois de virar a chave da porta do quarto, Max me puxou pela cintura e me beijou. Entrelaçou os dedos pelo meio de meus cabelos enquanto minhas mãos se encontravam em sua nuca. O beijo foi ficando cada vez mais intenso e ele começou a abrir o zíper da minha fantasia lentamente, me deixando apenas de calcinha. Puxei a barra de sua camisa para cima e espalhei beijos por toda a extensão de seu pescoço e tórax.
Desabotoei sua calça e a rolei por suas pernas com delicadeza. Ele me deitou na cama e ficou por cima de mim equilibrando o peso de seu corpo nas mãos. Logo, avançou em meus lábios novamente e uma de suas mãos foi em direção à minha intimidade. Ele começou com movimentos circulares, ainda por cima da calcinha e em seguida, afastou a peça para continuar acariciando o local. Ele parou de me dar prazer, e com a minha ajuda, tirou minha calcinha com pressa. Tirei sua cueca e ele gemeu por conta do atrito da peça com sua evidente ereção. Max roçou seu membro excitado na minha intimidade, fazendo dessa vez, com que eu gemesse.
Logo, ele me penetrou, dando estocadas lentas e acelerando conforme a onda de prazer aumentava. Cravei a unha em seus ombros e, em seguida, inverti nossas posições, ficando por cima dele. Ele segurou minha cintura com força, controlando os movimentos. Me apoiei em seu tórax à medida que a velocidade das cavalgadas aumentava. Chegamos ao nosso ponto máximo de prazer juntos e nos desencaixamos.
Zoey’s POV
Fui embora com Nathan para seu apartamento e.... Bom, acho que vocês já sabem o que aconteceu, né? Acordei e a claridade invadia o quarto, olhei pro lado e notei que Nathan ainda dormia, como sempre. Alguns minutos depois ele acordou, mas ficamos enrolando para levantar da cama.
- Vamos almoçar no shopping hoje? – Propôs animado.
- Claro! – Sorri- Vamos lá em casa, pra eu me trocar.
Saímos de seu apartamento que estava num completo silêncio, acho que todos estariam dormindo ainda e descemos até o meu.
- Vou beber água. – Nathan disse se direcionando até a cozinha.
-
Tudo bem, estou lá no quarto. – Falei subindo as escadas.
Assim que abri a porta do quarto vi que Kate estava dormindo ainda, porém toda enrolada no lençol parecendo que estava dentro de um casulo. Fui acordá-la é claro. Corri em direção a cama e pulei em cima dela.
- KAATE, BOM DIA FLOR DO DIA!! ACORDA!! – Falei rindo ainda em cima dela tirando o lençol da sua cabeça. Mas me assustei com o que vira.- AAAAAAAAH!!! QUE ISSO! – Gritei me afastando.- MAX? – Perguntei confusa.
- ZOEY? – Se sentou rapidamente na cama com uma cara assustada.
- O QUE VOCÊ TÁ FAZENDO AQUI, GAROTO? PELADO? – Tapei os olhos imediatamente.
Ouvi risos vindo da porta, olhei em direção a mesma por uma frestinha dos meus dedos e vi Kate e Nathan parados observando a situação.
- Que porra é essa? – Nathan perguntou.
- Espera, ainda estou processando as informações. – Falei com a mão na testa. Segundos depois dei uma gargalhada. – Katherine, safadinha. – A encarei com um ar de malicia.
- Zoey Baker, cala a boca! – Apontou o dedo pra mim segurando o riso.
- Max, troca de roupa e vaza do quarto que eu tenho que me trocar também. – Falei fechando a porta. - Ah, só não façam um segundo round. – Abri a porta novamente rindo.
Em resposta Katherine jogou um travesseiro em direção a porta, enquanto eu a fechava.
- Pelo visto, não foi só a nossa noite que foi boa. – Nathan riu envolvendo seus braços na minha cintura.
Soltei uma risada e ele me beijou. O beijo seria mais longo se não fossemos interrompidos por Kate e Max saindo do quarto.
- Pronto, querida Zoey. – Max disse.
- Obrigada, querido Max. – Sorri pra ele me soltando de Nathan e entrando no quarto.
Assim que fechei a porta novamente, Kate se sentou na cama.
- Pode ir me contando tudo, dona Kate. – Ri.
Ela me contou da sua incrível noite com o Max e ficou toda empolgada. Eu fiquei mega feliz por saber que ela estava bem com o Max novamente. Depois que me troquei (http://www.polyvore.com/z018/set?id=59587651) perguntei se ela queria ir comigo e Nathan almoçar no shopping, mas ela disse que não estava afim e que eles iriam ficar em casa.
Sai do apartamento com Nathan e fomos de carro até o shopping. Depois que comemos, ficamos andando sem rumo, olhando as lojas.
- Vem! – Ele disse me puxando pra dentro de um salão de jogos.
- Nathan, pra que isso? – Perguntei ao vê-lo comprar uma ALTA quantia de fichas para os jogos.
- Ah, vai dizer que não gosta disso. – Ele riu.
- Gosto, só que gastar esse dinheiro todo, é exagero.. – Conclui, ele riu de mim.
- Anda vamos.
Ele me puxou para a máquina daqueles bichos de pelúcia, aquelas coisas impossíveis de pegar com aquela garrinha literalmente irritantes, que só servem pra te fazer gastar dinheiro á toa. Nathan parecia uma criança de sete anos de idade.
- Escolhe um. – Ele me falou.
- Como se você conseguisse pegar. – O encarei.
- Anda. – Insistiu.
- Este. – Apontei para um urso pequeno.
- Esse? – Ele ergueu a sobrancelha, me olhando.
- É, por quê?
- Ele é... Sei lá, pequeno. – Disse rindo.
- Anda, duvido você pegar. – Cruzei os braços.
- Deixa com o mestre. – Gabou-se. Ele estalou os dedos e o pescoço como se fosse fazer algo sério, como tocar piano e então pôs a ficha e eu me segurei para não rir do pedaço da sua língua de fora por concentração. Ele mediu centímetro por centímetro, até abaixar a garra.
- E um, dois... – O urso se ergueu e ele festejou, até eu ver o urso cair.
- Nathan. – Chamei, e ele fazia uma dança estranha.- Nathan. – Chamei novamente.
- Eu falei que conseguia. – Retrucou, se virando. E quando vi sua cara de decepção por ver o urso ainda na maquina eu comecei a rir.
- Espera, isso não está certo! Como? E-essa maquina me trollou! – Disse apontando para ela me fazendo rir mais.
Depois ele quis ir naqueles jogos que você derruba os alvos com uma arminha e ganha algo em troca. Ele tentou três vezes até conseguir um premio grande.
- Agora escolhe. – Ele apontou para os ursos.
- Qualquer um? – Perguntei ao me maravilhar com todos eles, que eram absolutamente lindos.
- É, qualquer um. – Ele sorriu, satisfeito de me ver daquela forma.
- Esse – Apontei (http://data.whicdn.com/images/9857463/tumblr_l4r1naRce91qcr65io1_500_large.jpg)
- Isto é um urso descente. – Disse Nathan, me fazendo rir.
Depois disso falei pra irmos embora, ficar andando com esse urso gigante não era muito legal, sem contar as crianças que olhavam e começavam a chorar pedindo um igual aos pais. Então, assim que saímos de lá fomos naquele parque onde nos conhecemos, fiquei encostada numa árvore lembrando do tanto de raiva que eu senti quando o conheci, chegava até a ser engraçado.
- Pensando no que? – Ele me deu um beijo estalado na bochecha.
- No dia que nos conhecemos – Sorri.
- Boas lembranças? – Riu.
- Acho que não. – Ri fraco – Naquele dia eu queria tirar seu cérebro pelo nariz.
- Uou, isso não é bom.
- Senti tanto ódio e raiva de você naquele dia, que nem sei explicar o motivo direito.
- Sempre dizem que amor e ódio andam juntos não é? – Sorriu.
- Nunca acreditei muito nisso... – Ri fraco olhando pra baixo.
- Mais me diga. – Ele me encarou.
- Digo. – Sorri o encarando de volta.
- Você ainda sente raiva e ódio de mim?
Abri minha boca para responde-lo, mais não sabia o que dizer. Eu sentia tanta coisa por ele que não sabia traduzir em palavras.
- Quando nos beijamos, o que você se sente, Zoey?
- É uma mistura, de todas as coisas possíveis. – Respondi.
- Ódio também?
- Pode até ser, ódio por sentir tanta coisa assim por você. Mas coisas boas também.
- Eu te amo. – Ele sorriu.
- Eu também te amo.
Nathan se aproximou de mim e me beijou. Eu não sabia que era possível ter tantos sentimentos assim por uma pessoa, simplesmente aconteceu. A gente se encontrou foi sem querer, eu nunca pensei de me envolver. Não deu pra evitar tanta paixão. Eu sempre fui do tipo que não se apaixonava, não se apegava, e quando isso acontecia, nem me importava muito. Sempre fui do tipo que não botava fé nesse tal de amor, mas aí eu conheci ele.
Ele tem um efeito sobre mim, que ninguém mais tem. Assim que paramos de nos beijar, ele encostou sua testa na minha e ficou me encarando sorrindo, aqueles olhos claros que ele tinha, que te envolvem como a lua e a maré numa dança sem que você perceba. A única reação que eu tinha era ficar sorrindo como uma boba. Logo depois ele começou a procurar uma pedra meio pontuda pelo chão e assim que achou se virou para a árvore que eu estava encostada.
- O que vai fazer? – Perguntei me desencostando da árvore.
- Escrever na árvore com a pedra – Ele sorriu.
- Jura Nathan? Pensei que ia comer a pedra. Quis dizer o que vai escrever? – Ele me encarou com um sorriso.
- Ah não, vai escrever nossos nomes na arvore? – Ri. - Isso é cafona.
Ele começou a fazer uns rabiscos na arvore.
- Mas faz bonitinho viu. – Sorri.
No final ficou Z & N e embaixo 4ever e em volta um coração. Era clichê, mas lindo.
– Pronto.
- Que lindo! – Sorri envolvendo meus braços no seu pescoço.
- Eu te amo, Nathan.
Ele abriu um sorriso e me beijou. A cada segundo ao lado dele eu tenho mais certeza que eu o amo, e não existe palavras suficientes para escrever, e nem tão pouco é suficientemente possível dizer o quanto, pois por mais que eu tente explicar, jamais será possível medir o que sinto por ele. Depois de um longo tempo ali, conversando, fomos dar uma volta pelo parque. Paramos numa parte que era totalmente gramada, sem árvores, porem com vários postes espalhados. Ficamos deitados olhando pro céu.
- Tá chovendo! – Falei olhando a luz do poste onde era visível ver gotículas de agua caindo.
- Ótimo! – Ele disse feliz. – Me concede essa dança? – Ele se levantou e fez uma reverencia engraçada e me olhou sorrindo. Me levantei e fingi ter um vestido e fiz uma reverencia também.
- É claro. – Sorri, pegando em sua mão que estava estendida.
Ele encaixou seu braço esquerdo em minha cintura e eu encaixei o meu em seu ombro, as nossas outras mãos estavam unidas. Começamos a dançar e rir do nada, realmente era algo engraçado. Depois de muito tempo brincando na chuva voltamos pro carro completamente encharcados, assim que se passaram 10 minutos, senti meu corpo todo arrepiar e começar a tremer de frio.
- Está com frio? – Me olhou.
- N-não, porque a-acha isso? – Perguntei meio gaguejando de frio.
- Seria, porque sua boca está roxa e seu queixo esta tremendo? – Ele riu.
– Tá, eu estou com frio.
- Espera ai... – Ele disse se jogando no banco de trás e me dando o que parecia ser uma blusa dele. – Toma, veste.
- Não precisa.
- Larga de ser teimosa e veste logo!
- Tá bom, tá bom. – Falei vestindo a blusa que estava incrivelmente cheirosa.
Conversamos por mais algum tempo e trocamos alguns beijos, mas logo fomos embora, se não ficaria muito tarde e Emma ficaria ligando. O barulhinho de chuva se misturando com a música calma que Nathan cantarolava me deixava sonolenta, me acomodei no banco do carro e fechei os olhos, pegando no sono. Ouvi alguém me chamando e abri um dos meus olhos.
- Zoey, amor... – Ele dizia suavemente e me dava beijinhos pelo rosto.
- Hm? Mãe, não quero ir pra escola. – Falei resmungando.
- Não sou sua mãe – Ele riu – Acorda, vai.
- Se eu acordar – pausa – Você continua com esses beijinhos? – Ri.
- Mesmo se você não quisesse eu ia continuar – Ele riu e continuou.
– Vou dormir aqui mesmo se importa? – Falei brincando.
- Nem um pouco, assim durmo com você.
Pela primeira vez, não senti ar de malicia na frase. Estranho, bem estranho. Demorei alguns minutos até tomar coragem para sair do carro. Subimos, me despedi dele e entrei. Assim que estava subindo a escada em direção ao quarto, dei de cara com Max que estava descendo todo sorridente. Abri a porta do quarto e Kate estava deitada vendo um filme qualquer que passava na TV.
- Que urso é esse? – Perguntou rindo.
- Nathan, né – Ri o colocando em cima da minha cama.
Ficamos conversando sobre o que fizemos hoje, contando detalhadamente nosso dia e logo dormimos.
Ownts amo/sou/vivo MFEO *---* ( @5docesdotw ) aqui
ResponderExcluirawwwwwwwwn <3 nath fofo dms c: @myreasonistw aqui [:
ResponderExcluirawnn que foofos
ResponderExcluirA++
ResponderExcluiracho q vc ja sabe que eu amo sua fic... Quando vai postar mais? se postar me avise. Beijos @CurlyPrisoner
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