[+18] Ele me virou e começou a me beijar, o começo foi calmo, mas com o passar dos minutos ele foi aumentando a intensidade e eu acompanhava. Nathan já se encontrava por cima de mim, apertando minhas coxas, minhas mãos passeavam por debaixo de sua camiseta. Sua mão foi subindo e quando percebi já estava sem minha blusa, fui mordendo de leve seus lábios, seu queixo até chegar ao pescoço, onde depositei depositei um leve chupão. Em segundos estávamos sem roupa. Entrelacei minhas pernas em sua cintura, enquanto ele me beijava massageava meus seios. Os beijos foram descendo pelo meu pescoço, pelo meio dos meus seios e chegaram ate a metade da minha barriga, logo voltou para minha boca. Sem mais delongas ele penetrou em mim fazendo movimentos lentos de vai e vem, ia mordendo seu ombro com um pouco de força enquanto os movimentos ficavam mais intensos.
Soltei leves gemidos no pé do seu ouvido, que estavam ficando mais altos, ele me beijou pra abafar o som. Conforme senti meu corpo todo estremecer seus movimentos foram diminuindo até pararem por completo, por termos chegamos ao auge do nosso prazer. Deitamos de conchinha e em poucos minutos pegamos no sono. Acordei com barulhos vindos do banheiro, abri os olhos lentamente. [-18]
– Te acordei? - Kate perguntou.
– Sim. - Respirei fundo.
– Desculpa. Hum, a noite foi boa ein. – Soltou um riso se referindo a Nathan que ainda estava de conchinha comigo.
– Cala a boca! – Falei cobrindo minha cabeça com o lençol.
– Bom, estamos na praia. – Disse saindo do quarto.
Minutos depois percebi que estávamos sozinhos no quarto novamente. Fiquei tomando coragem pra levantar da cama. Olhei pra Nathan que dormia como uma criança, mas acho que já estava na hora da criança acordar né. Sai cuidadosamente do seu “abraço” enrolei um dos lençóis no meu corpo e me sentei na cama, comecei a distribuir beijinhos por todo rosto dele. Que aos poucos foi despertando.
– Olá - Sorri.
– Oi. - Sorriu de volta me dando um selinho.
– Vamos pra praia? - Perguntei animada. - Claro!
Nos arrumamos e saímos do quarto, logo já estávamos na praia.
– Olá casal, como foi a noite? - Max fez uma cara pervertida.
– Acho que não é da sua conta né? - Ri.
– Ui, então tá.
Ficamos um tempo sentados e conversando, até que eu Nathan e Tom fomos comprar algo pra tomarmos.
– Se liga na loirinha ali na água, que delicia. - Tom disse olhando para garota q estava no mar.
– A de biquíni roxo? - Nathan perguntou olhando pra esquerda.
– Não, do outro lado. - Tom segurou o riso.
– Ah, nossa estou vendo. - Olhou para direita. - Parece um sapo - Nathan se referiu ao
corpo dela.
– Olha lá, agora vai mergulhar. Alá, Alá, agachou... Garota sensual. – ironizou Tom.
– Vai lá falar com ela. - Incentivei fazendo Thomas gargalhar.
– Por que eu? - Me encarou
– Você não disse que é capaz de conquistar qualquer mulher? Prova! - Dei um sorrisinho. Tom continuava rindo.
– Tá bom. - Respirou fundo.
– Isso vai ser épico! - Comentei rindo.
– Oi. - Nathan sorriu e a mulher ficou parada olhando para a cara dele. - Olha, eu estou aqui com meus amigos – Apontou para mim e o Tom- E eu fico extremamente feliz toda vez que tenho a oportunidade de ter alguém tão especial aqui na minha frente. - Pegou na mão da mulher.
– Moça, fala aqui pra mim, você ficou enlouquecida com esse belo rapaz? - Perguntei.
– Não, não, não. - Balançou a cabeça. Tom e eu começamos a rir no mesmo instante.
– Também não é assim! As vezes a mina começa a se valorizar e não quer falar o que realmente sente. - Falou tentando se defender. - Tem que ter persistência, pois ai com um olhar você arranca um sorriso. - Ele lançou um olhar para a moça que virou a cara fazendo uma expressão de "até parece".
– Você namora? É casada? - Perguntou.
– Vamos pular essa. - A mulher soltou um riso.
– Fala sério, você esta morrendo de tesão não esta? - Ele mordeu os lábios inferiores.
– Muito. - A mulher riu.
Thomas e eu já nos encontrávamos sentados na areia de tanto rir.
– Alá, tá vendo em cinco minutos a mina já se derrete!
– Tchau gostoso! - A mulher saiu andando.
– Delicia.
– Ai meu pâncreas. - Falei recuperando o ar. - Isso foi hilário.
– Nathan abalando com as tias. - Thomas continuava rindo.
– Essa foi fácil, pois convenhamos era feia! Quero ver você tentar conquistar alguma outra que seja gostosa. - Falei séria.
– Essa também quero ver. - Thomas concordou.
– Mas já conquistei você. – Piscou.
– Cala a boca, Nathan.
Olhei em volta e vi uma garota com uma raquete na mão, obviamente era esportista e sarada.
– Vamos até aquela ali com a raquete meio pequena. - Sugeri. - Vamos Syko, mostre seus dons. - Ri.
– Meu amigo joga tênis a raquete é maior, será que ele poderia jogar? - Tom começou.
– Deixa eu ver o tamanho do pé. - Ela disse olhando para baixo.
– Olhando pelo tamanho do pé, o que se acha?
– Não se anima, não! - Nathan deu um sorrisinho.
– Hum, é. - A garota riu.
– Você gosta de loiro ou moreno? - Tom perguntou.
– Não gosto de loiro ou moreno, gosto de qualidade.
– Prazer qualidade. – Sorriu esticando suas mãos até a moça. - Qual seu nome? - Anne – Sorriu.
– E eu faço seu tipo?
– É esportista? Joga frescoball?
– Sou bom de cama.
– Só?
– Por exemplo, você tem a raquete eu tenho duas bolas, a gente poderia jogar.
No mesmo instante a menina começou a dar vários tapas nele, o que fez eu e Tom cairmos na gargalhada.
– Não sério, eu gostei de você. Vem cá, me da um beijo.
– Você vai levar uma na cara. - Ela ameaçou.
– Não tem coragem. - Ele termino a frase e levo um tapa na cara.
– Que fracasso! - Tom riu.
– O cara começou já apanhando. - Ri. - Vamos tentar mais uma.
Ele se aproximou de outra garota e começou a puxar assunto. Fiquei observando meio afastada.
– Oi gata, trabalha com o que?
– Nutricionista.
– Podia me dar umas dicas de comida?
– Depende, almoço, janta, café da manha, da tarde? - Ela pergunto soltando um riso logo em seguida.
– De noite...
– Ah tem que ser algo leve!
– E quanto você pesa? - A moça começou a rir sem graça.
– Olha, do seu lado eu me sinto um policial. - Ele se aproximou dela.
– Sério? Por que?
– Porque já estou armado!
– Credo, que horror. - Ela se afastou rindo.
Ele saiu de perto da menina e foi vindo pra perto de mim, mas quando estava quase chegando tropeçou num montinho de areia, cambaleou e quase caiu porem ficou em pé na minha frente me encarando.
– Isso foi charme pra ela? - Perguntei seria.
Após três segundos caímos na gargalhada.
– Sykes, você é um zoado mesmo. - Falei ainda rindo
– Olha, mas o combinado de ontem, não valeu aqui na praia né?
– Devido ao seu fracasso, não. Te darei outra chance de provar todo seu poder de sedução hoje a noite na balada. – Sorri.
Algumas horas depois, voltamos para o quarto e começamos a nos arrumar para irmos na Coco Bongo, todos por ali falavam muito bem daquela balada. Fiquei muito animada para ir. (Zoey:http://tinyurl.com/b4hb9qv) (Katherine: http://tinyurl.com/a9rhll4)
– Nathan amigo, somos sortudos ein. – Max riu enquanto nos olhava e Nathan concordou.
– Vamos esperar vocês lá em baixo. – Nathan me deu um selinho e desceu com Max.
Não sei por que eles desceram na frente, já estávamos prontas. Quando saímos do quarto Kate voltou correndo.
– Perfume, perfume. - Entrou no quarto novamente.
Apenas ri da cena. Minutos depois ela saiu e nós descemos até a recepção, todos já estavam lá. Me aproximei de Nathan que conversava com alguns meninos.
– Oi. – Falei.
– Quando eu digo que só pego gata. – Ele disse sorrindo.
– Ah, só “pega” gata?
– Estou brincando, oi meu amor. – Ele me deu um selinho.
– Oi. – Sorri.
– Você esta linda. – Me elogiou, olhando para minhas pernas.
– Eu ou as minhas pernas de fora?
– Se estivessem completamente de fora estariam mais bonitas.
– Nathan! – O repreendi, dando um leve tapa em seu ombro. Ele riu.
– Não esquece da aposta. – Sussurrei.
– Nem pensar.
Assim que chegamos na Coco Bongo, já percebi que ia ser insano, ela era enorme e estava lotada. Fui direto até o bar e peguei algo para beber, iria ser interessante fazer a “aposta” que fiz com Nathan. Umas três musicas depois, procurei ele pelo local e o vi se engraçando com uma loira oxigenada. Desculpa, mas o cabelo dela tinha cor de xixi. Assim que ele percebeu que eu estava o encarando, rapidamente puxou e beijou a menina, passando a mão por todo o corpo dela enquanto ela brincava com o cabelo dele.
A filha da putagem começa quando a pessoa sabe que você morre de ciúmes dela e ela provoca mais ainda. Só que tenho que me controlar, afinal, eu que dei a ideia disso. Então, vamos lá. Assim que ele terminou de beijar a garota, me olhou e piscou.
Perto do bar havia um garoto loirinho, seria esse mesmo. Caminhei até ele, tivemos um mini dialogo e ele me beijou. Senti os olhares de Nathan em mim, olhei pra ele e dei um sorrisinho. Ele se aproximou de uma garota, porem levou um fora. Fui até outro garoto que estava dançando em um canto, comecei a dançar junto com ele, passando a mão em seu peitoral e em seguida ele me beijou.
– Estou ganhando. – Falei rindo e parando ao lado de Nathan.
– Não por muito tempo.
Ele foi até uma mesa que havia varias garotas, sentou ao meio delas, colocando seu braço em volta de duas. Ele se aproximava delas e sussurrava coisas, segundos depois ele beijou as duas. Apenas o encarei de braço cruzados com um sorrisinho e balançando a cabeça. Fui até outro garoto, sorri pra ele e comecei a dançar acariciando seu rosto, não demorou muito pra ele me beijar. Nossa competição continuava, estava divertido até, nessas horas acho que estávamos empatados. Avistei um garoto alto, moreno, mesmo de costas ele me parecia muito familiar.
Comecei a conversar com ele, mas por causa das luzes da balada não consegui ver seu rosto direito, quando me dei conta já estava o beijando. Assim que o beijo cessou uma luz iluminou o rosto do garoto, foi ai que fiquei totalmente surpresa, não era possível. O garoto era Andrew. Ele pegou na minha mão e me levou para um lugar menos barulhento.
– Zoey, você aqui! – Ele deu um sorriso. - Que surpresa. Ótima surpresa. – Se aproximou de mim alisando minhas bochechas.
– É pois é. – Sorri de lado.
Ele se aproximou e me beijou de novo. Olhei para o lado e vi Nathan me encarando de braços cruzados, segundos depois saiu de lá com uma cara nada boa. Droga!
– Olha, Andrew, eu tenho que ir, a gente se vê. – O empurrei pra trás.
– Não, espera! – Me segurou e me beijou novamente.
– Ok, agora eu vou. Tchau. – Sai de lá à procura de Nathan.
Revirei aquela balada de ponta cabeça, até que o vi sentando na parte de fora, como tínhamos a pulseirinha, podíamos entrar e sair sem problemas. Me aproximei e sentei ao seu lado.
– Qual o drama agora?
– Drama? Nenhum! E tem algum motivo pra isso?
– Me diz você. Saiu lá de dentro com cara de bunda mal lavada. É por causa da nossa "competição"?
– Claro que não. – Ironizou.
– Nathan, não entendo. Você topa fazer o negocio, fica animado, passa o rodo nas fulaninhas depois fica putinho comigo?
– O caso é que eu posso ter passado o rodo, porém não fui pra um canto reservado com nenhuma garota.
– Foi o Andrew que me puxou pra lá, cara! – Quando pronunciei o nome ele me olhou com uma cara de "Aé?"
– Ah, então era o Andrew? Nossa, legal, parabéns.
Respirei fundo. Merda, não devia ter falado que era ele. Zoey, sua burra.
– Nathan!! – Choraminguei. – Porque toda essa implicância com o Andrew? - Mas eu só beijei ele, igual os outros.
– Você poderia ter beijado mais vinte caras, menos ele.
– Mas nossa, quanto drama.
– Não é drama! Imagine eu com a Paige. É a mesma coisa. Esse cara, ele quer tirar você de mim.
– Ah, pelo amor de Deus. Não viaja. Não estou afim de ter uma espécie de DR aqui e agora.
Me levantei e voltei para dentro. Não entendo por que o Nathan tem toda essa implicância com o Andrew. Não faz sentido. Tentei aproveitar mais a balada, porem não estava mais afim.
– Kate, vou voltar pro hotel.
– Tá, tá. - Ela mal deu atenção e voltou a dançar com o Max.
Saí de lá e dei de cara com Nathan que estava entrando
– Onde você vai? – Segurou meu braço. - Vou voltar pro hotel. - Vou com você então.
Fomos o caminho todo em silencio. Assim que chegamos ao hotel, fui direto tomar um banho, me deitei na cama enquanto Nathan tomava o seu. Minutos, quer dizer, quase uma hora depois ele saiu, colocou um short e se sentou na cama ao meu lado.
– Zoey... O Andrew...
– De novo ele, Nathan?
– Só quero que você saiba que ele não é uma pessoa boa, nem confiável do jeito que você pensa.
– Nathan, não fala merda. Ele é um bom garoto.
– De bom e inocente , aquilo não tem nada.
– Você nem o conhece.
– Para de defende-lo. – Gritou.
Detesto que gritem comigo, principalmente sem motivo.
– Não grita comigo! – Falei irritada.
– Desculpa... Desculpa! – Pois a mão na testa. - Foi sem querer.
– Vou dormir. – Me cobri.
Acordei com a claridade invadindo o quarto, cocei meus olhos e vi Nathan saindo do banheiro.
– Oi. – Ele sorriu.
– Oi. – Sorri fraco.
– Desculpa por ontem. – Se deitou na cama me dando um selinho. - Vamos ignorar ok? – Ele assentiu.
– Esta todo mundo na praia, vai trocar de roupa.
Assenti e coloquei um biquíni e um shorts. Fomos até a praia e todos estavam rindo e conversando. Me deitei e comecei a tomar sol. Um tempo depois, me levantei pra ir comprar algo para beber e quando estava voltando dei de cara com Andrew. Deus, de novo não.
Soltei leves gemidos no pé do seu ouvido, que estavam ficando mais altos, ele me beijou pra abafar o som. Conforme senti meu corpo todo estremecer seus movimentos foram diminuindo até pararem por completo, por termos chegamos ao auge do nosso prazer. Deitamos de conchinha e em poucos minutos pegamos no sono. Acordei com barulhos vindos do banheiro, abri os olhos lentamente. [-18]
– Te acordei? - Kate perguntou.
– Sim. - Respirei fundo.
– Desculpa. Hum, a noite foi boa ein. – Soltou um riso se referindo a Nathan que ainda estava de conchinha comigo.
– Cala a boca! – Falei cobrindo minha cabeça com o lençol.
– Bom, estamos na praia. – Disse saindo do quarto.
Minutos depois percebi que estávamos sozinhos no quarto novamente. Fiquei tomando coragem pra levantar da cama. Olhei pra Nathan que dormia como uma criança, mas acho que já estava na hora da criança acordar né. Sai cuidadosamente do seu “abraço” enrolei um dos lençóis no meu corpo e me sentei na cama, comecei a distribuir beijinhos por todo rosto dele. Que aos poucos foi despertando.
– Olá - Sorri.
– Oi. - Sorriu de volta me dando um selinho.
– Vamos pra praia? - Perguntei animada. - Claro!
Nos arrumamos e saímos do quarto, logo já estávamos na praia.
– Olá casal, como foi a noite? - Max fez uma cara pervertida.
– Acho que não é da sua conta né? - Ri.
– Ui, então tá.
Ficamos um tempo sentados e conversando, até que eu Nathan e Tom fomos comprar algo pra tomarmos.
– Se liga na loirinha ali na água, que delicia. - Tom disse olhando para garota q estava no mar.
– A de biquíni roxo? - Nathan perguntou olhando pra esquerda.
– Não, do outro lado. - Tom segurou o riso.
– Ah, nossa estou vendo. - Olhou para direita. - Parece um sapo - Nathan se referiu ao
corpo dela.
– Olha lá, agora vai mergulhar. Alá, Alá, agachou... Garota sensual. – ironizou Tom.
– Vai lá falar com ela. - Incentivei fazendo Thomas gargalhar.
– Por que eu? - Me encarou
– Você não disse que é capaz de conquistar qualquer mulher? Prova! - Dei um sorrisinho. Tom continuava rindo.
– Tá bom. - Respirou fundo.
– Isso vai ser épico! - Comentei rindo.
– Oi. - Nathan sorriu e a mulher ficou parada olhando para a cara dele. - Olha, eu estou aqui com meus amigos – Apontou para mim e o Tom- E eu fico extremamente feliz toda vez que tenho a oportunidade de ter alguém tão especial aqui na minha frente. - Pegou na mão da mulher.
– Moça, fala aqui pra mim, você ficou enlouquecida com esse belo rapaz? - Perguntei.
– Não, não, não. - Balançou a cabeça. Tom e eu começamos a rir no mesmo instante.
– Também não é assim! As vezes a mina começa a se valorizar e não quer falar o que realmente sente. - Falou tentando se defender. - Tem que ter persistência, pois ai com um olhar você arranca um sorriso. - Ele lançou um olhar para a moça que virou a cara fazendo uma expressão de "até parece".
– Você namora? É casada? - Perguntou.
– Vamos pular essa. - A mulher soltou um riso.
– Fala sério, você esta morrendo de tesão não esta? - Ele mordeu os lábios inferiores.
– Muito. - A mulher riu.
Thomas e eu já nos encontrávamos sentados na areia de tanto rir.
– Alá, tá vendo em cinco minutos a mina já se derrete!
– Tchau gostoso! - A mulher saiu andando.
– Delicia.
– Ai meu pâncreas. - Falei recuperando o ar. - Isso foi hilário.
– Nathan abalando com as tias. - Thomas continuava rindo.
– Essa foi fácil, pois convenhamos era feia! Quero ver você tentar conquistar alguma outra que seja gostosa. - Falei séria.
– Essa também quero ver. - Thomas concordou.
– Mas já conquistei você. – Piscou.
– Cala a boca, Nathan.
Olhei em volta e vi uma garota com uma raquete na mão, obviamente era esportista e sarada.
– Vamos até aquela ali com a raquete meio pequena. - Sugeri. - Vamos Syko, mostre seus dons. - Ri.
– Meu amigo joga tênis a raquete é maior, será que ele poderia jogar? - Tom começou.
– Deixa eu ver o tamanho do pé. - Ela disse olhando para baixo.
– Olhando pelo tamanho do pé, o que se acha?
– Não se anima, não! - Nathan deu um sorrisinho.
– Hum, é. - A garota riu.
– Você gosta de loiro ou moreno? - Tom perguntou.
– Não gosto de loiro ou moreno, gosto de qualidade.
– Prazer qualidade. – Sorriu esticando suas mãos até a moça. - Qual seu nome? - Anne – Sorriu.
– E eu faço seu tipo?
– É esportista? Joga frescoball?
– Sou bom de cama.
– Só?
– Por exemplo, você tem a raquete eu tenho duas bolas, a gente poderia jogar.
No mesmo instante a menina começou a dar vários tapas nele, o que fez eu e Tom cairmos na gargalhada.
– Não sério, eu gostei de você. Vem cá, me da um beijo.
– Você vai levar uma na cara. - Ela ameaçou.
– Não tem coragem. - Ele termino a frase e levo um tapa na cara.
– Que fracasso! - Tom riu.
– O cara começou já apanhando. - Ri. - Vamos tentar mais uma.
Ele se aproximou de outra garota e começou a puxar assunto. Fiquei observando meio afastada.
– Oi gata, trabalha com o que?
– Nutricionista.
– Podia me dar umas dicas de comida?
– Depende, almoço, janta, café da manha, da tarde? - Ela pergunto soltando um riso logo em seguida.
– De noite...
– Ah tem que ser algo leve!
– E quanto você pesa? - A moça começou a rir sem graça.
– Olha, do seu lado eu me sinto um policial. - Ele se aproximou dela.
– Sério? Por que?
– Porque já estou armado!
– Credo, que horror. - Ela se afastou rindo.
Ele saiu de perto da menina e foi vindo pra perto de mim, mas quando estava quase chegando tropeçou num montinho de areia, cambaleou e quase caiu porem ficou em pé na minha frente me encarando.
– Isso foi charme pra ela? - Perguntei seria.
Após três segundos caímos na gargalhada.
– Sykes, você é um zoado mesmo. - Falei ainda rindo
– Olha, mas o combinado de ontem, não valeu aqui na praia né?
– Devido ao seu fracasso, não. Te darei outra chance de provar todo seu poder de sedução hoje a noite na balada. – Sorri.
Algumas horas depois, voltamos para o quarto e começamos a nos arrumar para irmos na Coco Bongo, todos por ali falavam muito bem daquela balada. Fiquei muito animada para ir. (Zoey:http://tinyurl.com/b4hb9qv) (Katherine: http://tinyurl.com/a9rhll4)
– Nathan amigo, somos sortudos ein. – Max riu enquanto nos olhava e Nathan concordou.
– Vamos esperar vocês lá em baixo. – Nathan me deu um selinho e desceu com Max.
Não sei por que eles desceram na frente, já estávamos prontas. Quando saímos do quarto Kate voltou correndo.
– Perfume, perfume. - Entrou no quarto novamente.
Apenas ri da cena. Minutos depois ela saiu e nós descemos até a recepção, todos já estavam lá. Me aproximei de Nathan que conversava com alguns meninos.
– Oi. – Falei.
– Quando eu digo que só pego gata. – Ele disse sorrindo.
– Ah, só “pega” gata?
– Estou brincando, oi meu amor. – Ele me deu um selinho.
– Oi. – Sorri.
– Você esta linda. – Me elogiou, olhando para minhas pernas.
– Eu ou as minhas pernas de fora?
– Se estivessem completamente de fora estariam mais bonitas.
– Nathan! – O repreendi, dando um leve tapa em seu ombro. Ele riu.
– Não esquece da aposta. – Sussurrei.
– Nem pensar.
Assim que chegamos na Coco Bongo, já percebi que ia ser insano, ela era enorme e estava lotada. Fui direto até o bar e peguei algo para beber, iria ser interessante fazer a “aposta” que fiz com Nathan. Umas três musicas depois, procurei ele pelo local e o vi se engraçando com uma loira oxigenada. Desculpa, mas o cabelo dela tinha cor de xixi. Assim que ele percebeu que eu estava o encarando, rapidamente puxou e beijou a menina, passando a mão por todo o corpo dela enquanto ela brincava com o cabelo dele.
A filha da putagem começa quando a pessoa sabe que você morre de ciúmes dela e ela provoca mais ainda. Só que tenho que me controlar, afinal, eu que dei a ideia disso. Então, vamos lá. Assim que ele terminou de beijar a garota, me olhou e piscou.
Perto do bar havia um garoto loirinho, seria esse mesmo. Caminhei até ele, tivemos um mini dialogo e ele me beijou. Senti os olhares de Nathan em mim, olhei pra ele e dei um sorrisinho. Ele se aproximou de uma garota, porem levou um fora. Fui até outro garoto que estava dançando em um canto, comecei a dançar junto com ele, passando a mão em seu peitoral e em seguida ele me beijou.
– Estou ganhando. – Falei rindo e parando ao lado de Nathan.
– Não por muito tempo.
Ele foi até uma mesa que havia varias garotas, sentou ao meio delas, colocando seu braço em volta de duas. Ele se aproximava delas e sussurrava coisas, segundos depois ele beijou as duas. Apenas o encarei de braço cruzados com um sorrisinho e balançando a cabeça. Fui até outro garoto, sorri pra ele e comecei a dançar acariciando seu rosto, não demorou muito pra ele me beijar. Nossa competição continuava, estava divertido até, nessas horas acho que estávamos empatados. Avistei um garoto alto, moreno, mesmo de costas ele me parecia muito familiar.
Comecei a conversar com ele, mas por causa das luzes da balada não consegui ver seu rosto direito, quando me dei conta já estava o beijando. Assim que o beijo cessou uma luz iluminou o rosto do garoto, foi ai que fiquei totalmente surpresa, não era possível. O garoto era Andrew. Ele pegou na minha mão e me levou para um lugar menos barulhento.
– Zoey, você aqui! – Ele deu um sorriso. - Que surpresa. Ótima surpresa. – Se aproximou de mim alisando minhas bochechas.
– É pois é. – Sorri de lado.
Ele se aproximou e me beijou de novo. Olhei para o lado e vi Nathan me encarando de braços cruzados, segundos depois saiu de lá com uma cara nada boa. Droga!
– Olha, Andrew, eu tenho que ir, a gente se vê. – O empurrei pra trás.
– Não, espera! – Me segurou e me beijou novamente.
– Ok, agora eu vou. Tchau. – Sai de lá à procura de Nathan.
Revirei aquela balada de ponta cabeça, até que o vi sentando na parte de fora, como tínhamos a pulseirinha, podíamos entrar e sair sem problemas. Me aproximei e sentei ao seu lado.
– Qual o drama agora?
– Drama? Nenhum! E tem algum motivo pra isso?
– Me diz você. Saiu lá de dentro com cara de bunda mal lavada. É por causa da nossa "competição"?
– Claro que não. – Ironizou.
– Nathan, não entendo. Você topa fazer o negocio, fica animado, passa o rodo nas fulaninhas depois fica putinho comigo?
– O caso é que eu posso ter passado o rodo, porém não fui pra um canto reservado com nenhuma garota.
– Foi o Andrew que me puxou pra lá, cara! – Quando pronunciei o nome ele me olhou com uma cara de "Aé?"
– Ah, então era o Andrew? Nossa, legal, parabéns.
Respirei fundo. Merda, não devia ter falado que era ele. Zoey, sua burra.
– Nathan!! – Choraminguei. – Porque toda essa implicância com o Andrew? - Mas eu só beijei ele, igual os outros.
– Você poderia ter beijado mais vinte caras, menos ele.
– Mas nossa, quanto drama.
– Não é drama! Imagine eu com a Paige. É a mesma coisa. Esse cara, ele quer tirar você de mim.
– Ah, pelo amor de Deus. Não viaja. Não estou afim de ter uma espécie de DR aqui e agora.
Me levantei e voltei para dentro. Não entendo por que o Nathan tem toda essa implicância com o Andrew. Não faz sentido. Tentei aproveitar mais a balada, porem não estava mais afim.
– Kate, vou voltar pro hotel.
– Tá, tá. - Ela mal deu atenção e voltou a dançar com o Max.
Saí de lá e dei de cara com Nathan que estava entrando
– Onde você vai? – Segurou meu braço. - Vou voltar pro hotel. - Vou com você então.
Fomos o caminho todo em silencio. Assim que chegamos ao hotel, fui direto tomar um banho, me deitei na cama enquanto Nathan tomava o seu. Minutos, quer dizer, quase uma hora depois ele saiu, colocou um short e se sentou na cama ao meu lado.
– Zoey... O Andrew...
– De novo ele, Nathan?
– Só quero que você saiba que ele não é uma pessoa boa, nem confiável do jeito que você pensa.
– Nathan, não fala merda. Ele é um bom garoto.
– De bom e inocente , aquilo não tem nada.
– Você nem o conhece.
– Para de defende-lo. – Gritou.
Detesto que gritem comigo, principalmente sem motivo.
– Não grita comigo! – Falei irritada.
– Desculpa... Desculpa! – Pois a mão na testa. - Foi sem querer.
– Vou dormir. – Me cobri.
Acordei com a claridade invadindo o quarto, cocei meus olhos e vi Nathan saindo do banheiro.
– Oi. – Ele sorriu.
– Oi. – Sorri fraco.
– Desculpa por ontem. – Se deitou na cama me dando um selinho. - Vamos ignorar ok? – Ele assentiu.
– Esta todo mundo na praia, vai trocar de roupa.
Assenti e coloquei um biquíni e um shorts. Fomos até a praia e todos estavam rindo e conversando. Me deitei e comecei a tomar sol. Um tempo depois, me levantei pra ir comprar algo para beber e quando estava voltando dei de cara com Andrew. Deus, de novo não.
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